“NOSTALGIA”! ODISSEU/PENÉLOPE SÃO RELEMBRADOS: Em noite de despedida, aliados falam de retorno de Flávio Dino à Política

Governador Carlos Brandão, vice Felipe Camarão, deputado federal Márcio Jerry e o estadual Rodrigo Lago destacaram a trajetória do futuro ministro do STF e chegaram a estabelecer datas para seu retorno, todos falando de presidência da República.  

Aliado mais antigo de Dino, Jerry mandou recado aos que falam de espólio: “ele está vivíssimo!”

A noite de despedida do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino da política, nesta sexta-feira, 2, transformou-se em uma disputa futurológica sobre seu retorno à politica.

E todos apontam seu retorno – seja em 2026, 30 ou 46 – como candidato a presidente.

Primeiro a discursar, o vice-presidente da Assembleia Rodrigo Lago (PCdoB) declarou-se ansioso com essa volta.

– Aguardamos ansiosos 2046, caso ele não queria antecipar, seu retorno como liderança política – apostou o deputado.

Com bom humor, o vice-governador Felipe Camarão (PT) classificou de pessimista o prognóstico de Lago para 2046.

– O Rodrigo está muito pessimista falando de 2046. Flávio tem 55 anos, daqui cinco anos completa 60 e tem 40 anos de contribuição. Ele já pode se aposentar com integral no STF. Eu já vejo o Flávio sucessor do presidente Lula – pregou Camarão.

O governador Carlos Brandão pôs ordem na datação, dizendo que entre 46 e 30 ele prefere ficar com 2030; e explicou:

– O Lula vai estar no segundo mandato e é o povo quem vai te tirar de dentro do Supremo, Flávio. Eu tenho o sonho de ainda te ver presidente da República, eu não desisti – disse.

Dentre todos os aliados, o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) foi o mais direto, ao explicar que no STF ou na Política, Dino tem o mesmo compromisso com o Maranhão; e mandou recado aos que discutem o tal espólio do ministro:

– Das muitas alegrias que temos aqui, a melhor é a de Flávio Dino estar vivo. Vivíssimo!.

E assim o recado foi dado…


Penelope Vaticana
Cópia de uma estátua ática de meados do século V a.C.[1]
Museu Pio-ClementinoVaticano

Cônjuge(s) Ulisses
Pais Icário e Periboea
Filho(s) Telêmaco

Por dez anos, Penélope esperou a volta de seu marido da Guerra de Troia. A longa viagem de retorno de Ulisses é o tema da Odisseia, de Homero.

Seu pai, um corredor campeão não iria permitir que ninguém se casasse com sua filha, a menos que pudesse vencê-lo em uma corrida. Ulisses o fez e casou-se com Penélope. Depois que eles se casaram, Icarius tentou convencer Ulisses a permanecer em Esparta. Ele saiu com Penélope, mas Icário seguiu-os, implorando sua filha para ficar. Ulisses disse que ela devia escolher se desejava ficar com o pai ou com o marido. Penélope não respondeu, mas modestamente cobriu o rosto com um véu. Icário entendeu corretamente que isso era um sinal de sua vontade de sair com Odisseu, deixou-os ir e ergueu uma estátua de Aidos (modéstia) no local.

Ela teve apenas um filho com Ulisses, Telêmaco, que nasceu pouco antes de seu marido ser chamado para lutar na Guerra de Troia.

Os anos passavam e não havia notícia de Ulisses, nem se estaria vivo ou morto. Assim, o pai de Penélope sugeriu que sua filha se casasse novamente. Penélope, fiel ao seu marido, recusou, dizendo que esperaria a sua volta.

Penélope e os pretendentes
por John William Waterhouse, 1912.

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