Após velório na AML, corpo de Antônio Carlos Lima segue para cerimônia de despedida no Salvatore

Familiares do escritor e jornalista António Carlos Lima (Pipoca), 66 anos, que faleceu neste domingo, 8, em Brasília (DF), depois de uma luta contra um câncer de estômago, deram informações, em Nota de Falecimento emitida no início da noite, que o velório será realizado, nesta segunda-feira, 9, das 13 às 16h, no salão nobre da Academia Maranhense de Letras (AML), em São Luís.

Antonio Carlos Lima já em Brasília, em imagem destacada neste úitimo domingo pelo também jornalista Pergentino Holanda, seu primo.

Após  velório na AML, haverá uma cerimônia de despedida, às 17h, no Complexo Salvatore.

Na Academia Maranhense de Letras, o escritor Antônio Carlos Lima, natural de São Raimundo das Mangabeiras (MA), ocupava, desde 2012, depois de ter sido eleito em 2011, a cadeira de número 07, do escritor e historiador Carlos Lima. Na posse, foi recepcionado por Sebastião Moreira Duarte.

Secretário de estado da Comunicação nos governos de Edison Lobão e Roseana Sarney, Antônio Carlos Lima foi, também, diretor de Redação do jornal O Estado do Maranhão e adido cultural do Brasil na Embaixada do Chile.

Era filho de Eurípedes Correia Lima e Saturnina (Cely) Gomes Lima. Viveu parte da infância em Floriano (PI) e a adolescência em Barra do Corda (MA), onde estudou no Colégio Nossa Senhora de Fátima, fundado e mantido por frades capuchinhos.

Em Barra do Corda foi fundador, com um grupo de colegas ginasianos, do jornal mimeografado O Pássaro.

Já morando em São Luís, Antônio Carlos Lima cursou Comunicação Social (Jornalismo), na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), formando-se no ano de 1982. Depois, assumiu como redator o jornal alternativo A Ilha, sendo também repórter e coordenador de jornalismo de alguns veículos de comunicação da capital maranhense, como O Estado do Maranhão, Jornal de Hoje, Rádio e TV Difusora-Rede Globo), além de exercer a função de correspondente de veículos de outros estados.

Antônio Carlos Lima recebeu, em 1988, o Prêmio Fenaj de Jornalismo, da Federação Nacional dos Jornalistas, pela reportagem “Cuba, Dez Dias na ilha que Abalou as Américas”, publicada no jornal O Estado do Maranhão.

O jornalista dirigiu, ainda, entre 2004 e 2005, o Centro de Estudos Brasileiros (CEB), órgão da Embaixada do Brasil em Santiago do Chile.

Nota de pesar – A Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão emitiu nota de pesar pelo falecimento de Antônio Carlos Lima.

“A Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão lamenta o falecimento do jornalista, escritor e membro da Academia Maranhense de Letras (AML) Antônio Carlos Lima, ocorrido neste domingo (8), em Brasília, aos 66 anos.

Natural de São Raimundo das Mangabeiras (MA), Antônio Carlos Lima, que tinha vários livros publicados, foi diretor do Jornal O Estado do Maranhão e secretário de Comunicação nos governos de Roseana Sarney e Edison Lobão.

Neste momento de profunda dor, prestamos condolências aos familiares e amigos de Antônio Carlos Lima, desejando forças para superarem a dor da imensurável perda”.

Jacqueline Heluy
Diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O INFORMANTE.

 

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