
Em entrevista a uma emissora de TV, o presidente estadual do Partido Novo, Leonardo Arruda, reafirmou a pré-candidatura de Lahesio Bonfim ao Governo do Estado como expressão genuína da vontade do povo. Ele destacou que o aliado segue fortalecido pelo sentimento das ruas, apesar da tentativa de boicote da classe política.
Leonardo Arruda comentou a divulgação de uma lista de possíveis nomes da direita na disputa pelo Palácio dos Leões que inclui o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, e do ex-senador Roberto Rocha, mas exclui Lahesio Bonfim. O presidente do Novo disse não acreditar que tal lista tenha poder de definir os rumos da política do Maranhão ou o sentimento das ruas.
Leonardo Arruda lembrou que na eleição de 2022 o PL não apoiou a candidatura de Lahesio a governador, mas sim coligou, declarou apoio e fez campanha para o senador Weverton Rocha. Ele citou o suposto envolvimento de Weverton em escândalos de corrupção no âmbito da previdência e ressaltou que o senador é investigado pela CPMI do INSS.
“Foi esse PDT de Weverton Rocha que o PL acompanhou em 2022 e nem por isso o Lahesio saiu com um resultado inexpressivo das urnas. Ele ficou em segundo lugar”, frisou.
O presidente estadual do Novo recordou que, apesar da aliança do PL com o PDT de Weverton Rocha, Lahesio manteve o apoio à candidatura do então presidente da República, Jair Bolsonaro, à reeleição. “Lahesio foi o único candidato no estado do Maranhão que teve coragem de levantar a bandeira da direita.e defender o nome de Bolsonaro”, ressaltou.
Leonardo Arruda disse estar muito tranquilo com a divulgação dos manuscritos que excluem o nome de Lahesio por acreditar que quem vai decidir os rumos do Maranhão é o povo, porque, em sua visão, o poder está nas mãos do povo. “Eu acho que só tem uma forma de avançar, é com a força do povo. Sem o povo, a gente não vai pra frente. Se depender da classe política, o Lahesio não existe. Se depender da classe política, o Novo está morto. A gente depende é do povo”, sustentou.
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